sexta-feira, 30 de outubro de 2009
ENQUETE
Pergunta: Você acredita no fim da pirataria?
SIM: 41% - 37 pessoas
Não: 52% - 47 pessoas
Talvez: 6% - 6 pessoas
Como resultado final achei bem otimista os números, pois mostra que a população, mesmo que sendo em percentual menor, acredita no fim da pirataria. Pois a maioria que acessou o Blog são pessoas que convive com a pirataria, baixam conteúdo e etc.
Obg para os que votaram!
COMBATE AO COMÉRCIO ILEGAL DE DVDS
Governo e mercado audiovisual articulam estratégia para proteger filmes nacionais
O combate ao comércio ilegal de DVDs de filmes brasileiros é o foco de uma série de ações que a ANCINE e o Ministério da Justiça (MJ) lançam nas próximas semanas, em parceria com representantes do setor audiovisual do País. As linhas gerais da campanha foram discutidas essa semana no escritório central da Agência, no Rio de Janeiro, em encontro que reuniu o diretor-presidente da ANCINE, Manoel Rangel, e o presidente do Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP), Luiz Paulo Barreto.
A estratégia de ação que articulará o poder público e a classe cinematográfica prevê operações de apreensão em feiras e camelôs, com a participação das forças policiais do País, campanhas educativas e medidas preventivas desde o início da produção do filme, como o controle do acesso às cópias.
“A idéia é montar um plano de combate ao comércio de DVDs falsificados, mas também fazer um esforço pedagógico de estímulo ao consumo legal”, explica Manoel Rangel, adiantando que nos próximos dias um grupo de trabalho formado por representantes da ANCINE, do MJ e do mercado se reunirá para definir a primeira etapa da estratégia de ação, em que os responsáveis pelos grandes lançamentos de filmes nacionais – alvos preferenciais dos falsificadores – previstos para acontecer entre novembro deste ano e julho de 2010 serão convidados a participar.
“O cinema nacional está em forte evolução nesse momento. Vários filmes estão sendo lançados. E a gente tem a preocupação de que a pirataria acabe por prejudicar esses filmes”, observa Luiz Paulo Barreto.
Também essa semana o diretor-presidente da ANCINE e o presidente do CNCP participaram do seminário ‘A Pirataria e o Crime Organizado', realizado no âmbito do RioMarket, mercado de negócios do Festival do Rio. O encontro foi mediado pelo advogado e diretor da Motion Pictures Association América Latina, Marcio Gonçalves, e contou ainda com a participação do americano James Cooper, professor da Califórnia Western School of Law, que realizou documentário sobre pirataria na América Latina, do presidente-executivo do instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), André Franco Montoro Filho e do coordenador antipirataria da ( ABES), Antonio Eduardo Mendes Pitanga.
Em sua apresentação, Manoel Rangel ressaltou que a pirataria atinge de maneira dramática a produção audiovisual brasileira, cujo rendimento depende muito do mercado de home vídeo. “O combate ao comércio ilegal é um desafio abrangente, pois a ação repressiva por si só não é capaz de zerar a atividade. Precisamos criar um caminho de comunicação permanente com a sociedade e encontrar o tom certo para convencer o consumidor a não comprar produtos falsificados”, afirmou o diretor-presidente da ANCINE.
Fonte: http://www.ancine.gov.br/templates/htm/ancine_portal/informativo/N30/informativo_n30_2009.htm#mat1
Acredito que é só os primeiros passos para acabar com a pirataria de rua como com o compartilhamento de arquivos na net, visto o crescimento da mesma na Brasil, primeiro tiras as da rua, segundo combate a internet.
Vamos esperar pra ver!
Esperamos que realmente essa esculhambação que suja nossas cidades e disvirtua o senso do que é correto a população, realmente acabe.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Locadoras mudam para não morrer

segunda-feira, 31 de agosto de 2009 16:01
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Por: Rafael Cabral, Filipe Serrano e Bruno Galo
A videolocadora é um fenômeno do século passado. O formato digital facilitou o acesso a filmes e a reprodução de vídeos. Com isso, o mercado de entretenimento doméstico virou do avesso. Locadoras estão morrendo ou, ao menos, se adaptando a uma era em que é na web, e não mais em lojas, que as pessoas pegam seus filmes.
"Nós ainda estamos começando a usar download e streaming para assisti-los, mas daqui alguns anos essa prática se tornará a norma", disse ao Link Henry Jenkins, professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Ele acredita que é questão de tempo para que deixe de ser ilegal ver filmes com a facilidade do YouTube. Enquanto esse dia não chega, o problema principal das locadoras é o fato de que as pessoas estão deixando de alugar DVDs para comprar ou baixar filmes via internet.
O número lojas do tipo no Brasil - são 8 mil - pode parecer grandioso se comparado às nossas pouco mais de 2,4 mil salas de cinema. Mas há apenas quatro anos eram mais de 12 mil locadoras. "A venda da rede Blockbuster (para a Americanas) ajudou a queda", afirma Marcos Oliveira, diretor da Motion Pictures Association (MPA) na América Latina. Duas das maiores redes do mercado - 2001 e Blockbuster - foram procuradas pela reportagem e preferiram não dar entrevistas. Apesar da redução, a queda das locadoras é uma crise de modelo de negócios, e não de formato. "O formato permanece, mas modelos de negócios acabam e se renovam a toda hora", explica Jenkins.
De uma dessas renovações surgiu a Netflix, que desbancou a gigante Blockbuster nos EUA e se tornou a maior locadora do mundo. E sem ter sequer uma loja física. No Brasil existem iniciativas parecidas, como a NetMovies e a Pipoca Online, por exemplo, mas não é apenas da internet que vem a inovação.
Videolocadoras físicas, de rua, também apostam em mudanças para sobreviver, como caprichar na escolha dos filmes que formam o acervo ou melhorar o atendimento.
Com lojas em bairros nobres de São Paulo, como Moema e Itaim, a MovieToGo investe há dois anos no formato Blu-ray. O formato ainda é um produto de luxo no País, já que exige um aparelho específico (que custa no mínimo R$ 1 mil) e só vale a pena se for ligado a uma TV de alta definição (some R$ 2 mil à conta).
"O Blu-ray não teve o mesmo boom que o DVD em seu início por causa da crise, mas, mesmo assim, está crescendo. É uma questão de tempo para tomar o mercado todo", afirma Rodrigo Angélico, um dos sócios da locadora. Além dos 2 mil títulos disponíveis, a loja também aceita pedidos de filmes feitos online.
Em apenas três anos, o total de DVDs vendidos no País caiu 45% em locadoras e 14% no total. A grande esperança da indústria para combater os downloads e a pirataria física é o Blu-ray. "Não que seja impossível copiá-lo, mas não compensa. Seria muito caro. Para o consumidor, será melhor comprar o produto original, que tem mais qualidade", aposta Angélico.
Para Juliano Bolzani, diretor de marketing da Sony, a queda nas vendas não é exatamente um problema de suporte, mas efeito de uma "mudança nos hábitos de consumo dos clientes". Isso inclui não apenas a facilidade das trocas via web como a falta de tempo dos consumidores e a concorrência com outras formas de entretenimento, como TV e games.
Uma mudança de comportamento está afastando as pessoas das videolocadoras. Mas, se a ameaça do futuro parece ser o streaming, a de hoje é a pirataria - online, por sites de torrent, ou offline, na versão física. Como concorrer com ela?
Depois de trabalhar por sete anos nas três maiores redes de São Paulo, o publicitário Maurício Silva percebeu a demanda por filmes alternativos e fundou a sua própria locadora, a Notoriuns Filmes, em Perdizes.
Em 2002, Maurício começou a oferecer aquilo que não é facilmente encontrado mesmo em sites de torrent ou banquinhas de camelô: filmes estrangeiros clássicos, brasileiros e títulos exibidos em mostras de cinema. Sem citar números, ele diz que o modelo rendeu crescimento inversamente proporcional ao prejuízo que as grandes redes tiveram nos últimos anos.
De propósito, o dono da Notoriuns aproveitou a paixão pelo cinema para dar atendimento especial aos clientes. Além dele, todos os atendentes manjam tudo do assunto e passam o gosto para qualquer pessoa que entre na loja. "Acredito no futuro dos filmes pela internet. Este espaço (a loja) vai virar vitrine para os românticos que gostam de comprar e colecionar. Quem quiser alugar, vai fazer download mesmo", prevê, realista.
"Minha vida de atendente de locadora"
Minha família decidiu abrir uma locadora de vídeo no meio dos anos 1980. Naquela época, o videocassete era visto como uma espécie de artefato milagroso, um meio mágico de trazer o cinema para dentro de casa. Blade Runner foi o primeiro filme que vimos na casa de meu tio. E ele foi o sócio. Topou o desafio de abrir o negócio.
Passei a adolescência cercado pelos filmes. E isso faz com que qualquer um reúna um conhecimento cinematográfico inesperado. Um atendente não era apenas quem pegava as fitas do estoque, era aquele que conhecia cada filme da prateleira. E os clientes contavam com isso. A maioria nem olhava para as estantes, ia direto ao balcão e pedia a indicação. Chegamos a ter cinco lojas. Com a TV a cabo, o número caiu, até finalmente meus pais venderem o negócio, com apenas uma loja, em 1998. Foram bons tempos. (Jocelyn Auricchio)
Recomendação online de filmes é a próxima fronteira
Para que as videolocadoras online substituam as lojas de bairro falta, antes de tudo, saber como indicar os melhores filmes para cada cliente da mesma forma que fazem os bons atendentes, especialistas em cinema. Mas ninguém faz ideia em quanto tempo isso será possível.
Nos Estados Unidos, a videolocadora online Netflix lançou um concurso em 2006 que ofereceria US$ 1 milhão a quem descobrisse um modelo computacional que melhorasse em 10% o Cinematch, atual sistema de recomendações da loja virtua.
10% parecia pouco, mas não era. Surpreendentemente, o feito só foi alcançado neste ano em julho, três anos depois, por duas equipes de matemáticos e pesquisadores em ciência da computação.
Uma delas, chamada The Ensemble, conseguiu melhorara o sistema em 10,10%. A outra equipe, BellKor’s Pragmatic Chaos, atingiu a imperceptível diferença de 10,09%. A Netflix ainda deve anunciar este mês qual das duas equipes - ou ambas - vencerá o prêmio.
O segredo para aprimorar as recomendações, porém, não passa só por cálculos matemáticos. Ele está na rede de pessoas. Só será possível ter boas indicações quando cada usuário compartilhar informações sobre seu gosto cinematográfico, desde atores, gêneros, filmes, roteiristas, diretores preferidos até a pontuação de cada filme a que assiste.
Só que existe um problema. A Netflix, por exemplo, só terá recomendações de acordo com os usuários da própria Netflix. O próximo passo é tentar organizar todas as opiniões de blogueiros, críticos de cinema, sites que fazem a cobertura de filmes e quem sabe, por que não, até fazer pesquisas entre os atendentes de videolocadoras, para encontrar um sistema de recomendação completo.
Essa complexidade toda pode indicar que talvez seja impossível substituir o atendente aficionado por cinema. Mas, como nem toda videolocadora tem alguém assim, a internet funcionará, sim, para orientar quem quiser alugar um filme.
O site Flixster (www.flixster.com) é um tipo de rede social que conecta pessoas em volta do cinema. Lá, é possível criar um perfil, adicionar filmes vistos, dar notas a eles, se conectar com pessoas de gosto parecido e acompanhar suas recomendações. É uma saída.
Bem, como eu acredito que dificilmente o Blu-ray (BD) pegue mesmo aqui no Brasil e visto que o futuro realmente é as locadoras físicas fechem as portas, só resta dizer aos sonhadores que baixam de graça pela net.
O tempo de vocês também está contado, pois a mesma tecnologia que usam hoje para o grátis, mudará para ser pago, é só questão de muito, mas muito pouco tempo!
QUE VENHA 2010!
YOUKU?
Até séries que não fazem sucesso na China, como "True Blood" e "Mad Men", estão lá.
Essa videolocadora grátis do século 21 só é possível graças à inexistência de leis de propriedade intelectual na China (as poucas que existem também não são lá muito fiscalizadas pelo governo).
Os usuários põem no ar os episódios -tanto gravados da própria TV americana como copiados de DVDs piratas encontrados em qualquer lojinha na China-- enquanto grupos de jovens chineses se encarregam de legendá-los. Para quem domina o inglês, é um programão.
Apesar da poluição visual típica dos sites chineses, é só digitar o nome da série no espaço de busca, em inglês mesmo, sem necessidade de usar ideogramas. Usuários nos EUA, Europa e até no Brasil já descobriram o conteúdo livre.
Criado em 2006, o Youku se tornou um dos dez sites mais acessados da China, seguindo o mesmo modelo do americano YouTube (a empresa nega a cópia do nome, alegando que os ideogramas chineses que compõe "Youku" significam "bom" e "legal"). Rapidamente, começou a fazer o que o original é impedido por lei.
Autocensura
A ascensão do Youku tem relação direta com o bloqueio do YouTube na China. O site americano foi proibido na China no ano passado, quando foram postados vídeos em que monges tibetanos são surrados pela polícia chinesa em Lhasa.
O governo chinês bloqueava o YouTube sempre que vídeos com violência policial ou denúncias de desrespeito aos direitos humanos entravam no ar. No final do ano passado, bloqueou-o permanentemente.
Já o Youku, como todos os grandes sites chineses, tem sua autocensura. Mais de cem pessoas se encarregam de checar e deletar vídeos que contenham temas sensíveis ao governo.
Na gíria chinesa, o Youku é um site "harmonizado". O lema do Partido Comunista é criar uma "sociedade harmoniosa" e a censura à internet representa essa harmonia à força.
Outro comportamento diferente do Youku é quanto ao conteúdo local. O site não utiliza a programação da TV estatal chinesa sem autorização.
"Assinamos acordos com as TVs do governo e pagamos pelos direitos", explica o gerente de relações internacionais do Youku, Steven Lin.
Pirataria envergonhada
Quando a Folha pergunta sobre o sucesso dos seriados americanos colocados na íntegra no site, o gerente de relações internacionais diz que "só uma minoria assiste a eles".
"Por que as empresas chinesas pagam por anúncios de dez segundos antes de cada episódio americano, o que não acontece com as novelas chinesas?", pergunto.
O relações públicas perde a diplomacia. "Se for para escrever sobre Youku e pirataria, a entrevista está encerrada", responde, aos gritos. "Dou entrevistas à CNN e à Fox sobre internet livre. Se for para nos acusar de pirataria, não." No mesmo dia, 2,5 milhões de chineses assistiram, de graça, a episódios da terceira temporada de "Prison Break".
Isso é vergonhoso, além deles jogarem seus produtos pirateados aos montes aqui no Brasil e em outros países, ainda pirateiam o que não é deles.
Agora comprar de outros países, NADA!
Cadês os direitos autorais dos seriados americanos?
Já o conteúdo deles eles paga.
UMA GRANDE VERGONHA E MAU EXEMPLO!
Matéria e imagens: Folha Online
Link: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u612384.shtml
Todos os direitos reservados À Folha Online.
sábado, 29 de agosto de 2009
O CULPADO: O JOGO

Não existe título melhor para esse post, O JOGO. Vale até um sub-título: de quem é o interesse? ou Será que ninguém ganha? Caberia muitos outros aqui também, mas vamos ao que interessa.
Escuta-se, lêe-se, escreve-se (quantos se) pela internet, ou até mesmo fora dela, que a distribuição de material protegido por lei não seria crime.
Seria ou não seria? Eis a questão.
Pela lei especificamente falando, a distribuição não é "totalmente" crime (visto, desde que não obtenha-se lucro nessa distribuição o que é defendido por quase todos na internet), pois o mesmo também infringe os direitos autorais.
Mas o material é exposto sem o devido autor o permitir? Como não é crime?
Muitos encontram a brecha citada acima (distribuição gratuita) como a desculpa para o não crime, já que a lei não fala de internet e/ou outras tecnologias.
Há quem ainda diga o absurdo (como vi em um vídeo) que não seria crime, pois a prática não subtrai do produto original, só copia sem o subtrair. Hããã????
Ahhh, mas o subtrair que o advogado falou seria arrancar um pedaço do produto, seria isso?
Mas se eu entender de outra forma: a subtração como a não obtenção do lucro que seria gerado pela industrialização do produto, visto que o lucro é o foco de quase todo material, alimento, etc que é industrializado. Desde que seja de forma direta ou inditera ao produtor, não importa é visado o lucro! Logo, então, porém está sim subtraindo algo do produto.
Mas será que não existe realmente lucro com essa distribuição?
Veremos um por um, citarei adjetivos para indentificar cada um:
1º O Poderoso (o que produz):
O poderoso, fica em sua casa geralmente longe da "fábrica", onde alguns necessitados ralam "trabalhando" para ele reproduzindo material (DVDs e/ou Cds) protegidos por direitos do autor. Ganha seu dinheiro sem nenhum esforço, em cima do trabalho alheio (autor, produtor, distribuidor, grvador etc) e no final do mês: bolso cheio. Tanto dele como de alguns "comparças".
2º O Necessitado (coitado):
Trabalha para o poderoso. Ficam na "fábrica" trabalhando num comércio ilegal, porque precisa e se chegar algum "comparça" não tão "comparça", o indicia ou leva preso. Mas prontamente é substituido por outro coitado.
3º O comparça (esperto):
São concursados, fardados, se acham o dono de tudo e todos. E como estão praticando "sempre a lei", podem tudo. Mas claro que existe excessão!
4º O solidário (solidário mesmo):
Monta seu site ou blog e começa com seu "Criança Esperança" (sem querer ofender ao projeto da major), doando a todos, tudo que possui. Mas esquece que ao distribuir, ele não pediu ao autor, ele distribui para pessoas bem intensionadas (a vítima) e mal intensionadas (o poderoso).
5° A Vítima (o mais prejudicado, podemos dizer):
Na grande maioria, não possui dinheiro para pagar por nada, tudo é caro, desde um alfinete até uma locação de DVD. Mas paga internet e tem computadore em casa. Ahh, não esquecemos que temos direito a inclusão digital. É lutador ferrenho pelos seus direitos na internet (os que são de seu interesse, na maioria os que não mexam com seu bolso). Possui uma falsa liberdade de direitos, pois os mesmo infringem vários como: não concordam com a opinião contrária do vizinho, alguns usam a máscara da democracia quando dono de páginas, mas se for contra as idéias dele, mostra sua verdadeira cara de ditador. Busca sempre proveito próprio, à favor de movimentos em prol dos direitos até incentiva, mas não tem coragem de sair de trás da tela do computador. É MENTIRA PURA!
6º A Vítima 2 (blogueiro barra compartilhador barra gente muito fina barra o da hora barra, affs vamos parar de adjetivos para o cara-de-pau):
Possui um blog, comunidade e/ou site. Disponibiliza os materiais que ele nunca UPA na net, mas encontra por acaso faz a caridade de postar. Fazendo também a questão de informar que não UPOU, só encontrou. É o típico, ACHADOR! Nem lucra com nada.
Então além de ACHADOR é MENTIROSO? Hãããã???? Jamais diga isso, Ana.
Digo! Mas ele não ganha com a publicidade do site barra blog barra comuni... opaaaaa, comunidade não ganha dinheiro, só popularidade.
Pois é até popularidade é bom, enche o ego.
Para finalizar:
7° Os Culpados (ditadores barra ladrões barra imprestaveis barra manipuladores barra exploradores, ixi tanta coisa poderia colocar aqui segundo as vítimas)
Sim, você acertou!
São eles mesmo: os políticos e/ou a indústria "FONOAUDIOVISUAL" (brincadeira, mas entenderam). Sim são os vilões, cobram das pobres vítimas, COITADAS...
Cobram muito caro. Realmente alguns chegam a explorar, FATO!
Claro que existe! Ahhhh, mas isso é chato!
Pois é então não fala que não existe.
Mas queremos música, shows, séries. OK, ok!
Então por que não reclamam também com o cantor? Faz um baixo assinado e encia a ele, solicitando que ele disponibilize as músicas no site dele, já que ele ganha com shows. Por que ele tá preso a uma gravadora sanguessuga? Ele é rico, não precisa e nem sobrevive com o dinheiro dos CDs e DVDs, então ele faz isso com vocês por quê? Será que ele também não curte isso tudo de vender CDs e/ou DVDs ou será que relmente ele é preso a uma gravadora vilã?
Então mostra mesmo que existe todo um JOGO de interesses. De quem? De cada um, mas nenhum está do lado que quem produz, é criativo, trabalha para compor, expor suas idéias, o trabalahdor real. O iniciante no jogo: o autor.
sábado, 22 de agosto de 2009
ELE AINDA NÃO SABE DE NADA

Mas ele não apoiava os "SEM TERRA"? Ah, mas virou presidente!
Mas ele não é deficiente físico, pois falta um dedo? Mas não é inválido!
Mas como virou Presidente da República? Não sei!
Mas ainda cabe mais um animal na história "um camaleão" sim, o Lula também pode ser considerado um camaleão, pois aonde nosso Exc. Sr. Presidente vai (palestras, comitês, entrevistas, fóruns, floresta ou mar que o chamem) ele consegue deixar seu "carisma".
ELE É O CARA, chamado por OBAMA-"MAN", vendo seu carisma e popularesca imagem.

Acredito que é puro engano, pois o molusco, pois o Lula apóia a todos os movimentos que lhe é conveniente.
No dia 26 de junho em um Fórum Internacional de Software Livre, em Porto Alegre. Lula foi totalmente contra o AI-5, conhecido como Projeto Azeredo. Visto a manifestação de pessoas contra esse projeto, Lula disse:
Se nesse Fórum tivessem pessoas contra o projeto e pessoas a favor, meio a meio, o que o Presidente falaria?
Se Lula estivesse no Maracanã num jogo entre Corinthians e Flamengo (não entendo nada de futebol), você acha que Lula ficaria do lado de quem? Dos dois é claro!
Ele diria que não tem time nenhum e que os dois possuem ótimos jogadores, que a torcida é bonita, a camisa tem cores harmoniosas e o que importa não é vencer e sim competir.
Mas como no Fórum só tinha um lado, ele disse o que disse!
Arrisco a dizer que se a platéia fosse dividida ele discursaria:
Ou seja, se observarmos em vários momentos, "O CARA", está sempre em cima do muro ou não sabe de nada. Pois lá onde ele "trabalha" acontecem coisas que o mesmo sempre desconhece.
Continuo sem entender!
Mas acho que até o PC dele diria que não sabia de nada e que foi alguém que baixou e ele não viu!
DEIXA, FALAREI SOBRE ELE DEPOIS!
Créditos das imagens:
Imagen 1
Imagen 2
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
PETIÇÃO QUE ESTÁ SENDO ASSINADA

ABAIXO A PETIÇÃO QUE OS INTERNALTAS ESTÃO ASSINANDO NA INTERNET.
EM AMARELO: PONTOS SEM NOÇÃO.
ESTA PETIÇÂO AGORA É DIRECIONADA A CAMARA DOS DEPUTADOS - Na noite de 09/07 o Senado aprovou o projeto de forma velada, pegando a todos nós de surpresa. Desta forma temos de dar uma resposta á altura coletando o máximo de assinaturas possível dentre outras ações que estão sendo desenvolvidas. Não podemos desistir de exercer nosso direito á democracia.
EM DEFESA DA LIBERDADE E DO PROGRESSO DO CONHECIMENTO NA INTERNET BRASILEIRA
A Internet ampliou de forma inédita a comunicação humana, permitindo um avanço planetário na maneira de produzir, distribuir e consumir conhecimento, seja ele escrito, imagético ou sonoro. Construída colaborativamente, a rede é uma das maiores expressões da diversidade cultural e da criatividade social do século XX. Descentralizada, a Internet baseia-se na interatividade e na possibilidade de todos tornarem-se produtores e não apenas consumidores de informação, como impera ainda na era das mídias de massa. Na Internet, a liberdade de criação de conteúdos alimenta, e é alimentada, pela liberdade de criação de novos formatos midiáticos, de novos programas, de novas tecnologias, de novas redes sociais. A liberdade é a base da criação do conhecimento. E ela está na base do desenvolvimento e da sobrevivência da Internet.
A Internet é uma rede de redes, sempre em construção e coletiva. Ela é o palco de uma nova cultura humanista que coloca, pela primeira vez, a humanidade perante ela mesma ao oferecer oportunidades reais de comunicação entre os povos. E não falamos do futuro. Estamos falando do presente. Uma realidade com desigualdades regionais, mas planetária em seu crescimento.
O uso dos computadores e das redes são hoje incontornáveis, oferecendo oportunidades de trabalho, de educação e de lazer a milhares de brasileiros. Vejam o impacto das redes sociais, dos software livres, do e-mail, da Web, dos fóruns de discussão, dos telefones celulares cada vez mais integrados à Internet. O que vemos na rede é, efetivamente, troca, colaboração, sociabilidade, produção de informação, ebulição cultural. A Internet requalificou as práticas colaborativas, reunificou as artes e as ciências, superando uma divisão erguida no mundo mecânico da era industrial. A Internet representa, ainda que sempre em potência, a mais nova expressão da liberdade humana.
E nós brasileiros sabemos muito bem disso. A Internet oferece uma oportunidade ímpar a países periféricos e emergentes na nova sociedade da informação. Mesmo com todas as desigualdades sociais, nós, brasileiros, somo usuários criativos e expressivos na rede. Basta ver os números (IBOPE/NetRatikng): somos mais de 22 milhões de usuários, em crescimento a cada mês; somos os usuários que mais ficam on-line no mundo: mais de 22h em média por mês. E notem que as categorias que mais crescem são, justamente, "Educação e Carreira", ou seja, acesso à sites educacionais e profissionais. Devemos assim, estimular o uso e a democratização da Internet no Brasil. Necessitamos fazer crescer a rede, e não travá-la. Precisamos dar acesso a todos os brasileiros e estimulá-los a produzir conhecimento, cultura, e com isso poder melhorar suas condições de existência.
Um projeto de Lei do Senado brasileiro quer bloquear as práticas criativas e atacar a Internet, enrijecendo todas as convenções do direito autoral. O Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo quer bloquear o uso de redes P2P, quer liquidar com o avanço das redes de conexão abertas (Wi-Fi) e quer exigir que todos os provedores de acesso à Internet se tornem delatores de seus usuários, colocando cada um como provável criminoso. É o reino da suspeita, do medo e da quebra da neutralidade da rede. Caso o projeto Substitutivo do Senador Azeredo seja aprovado, milhares de internautas serão transformados, de um dia para outro, em criminosos. Dezenas de atividades criativas serão consideradas criminosas pelo artigo 285-B do projeto em questão. Esse projeto é uma séria ameaça à diversidade da rede, às possibilidades recombinantes, além de instaurar o medo e a vigilância.
Se, como diz o projeto de lei, é crime "obter ou transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular, quando exigida", não podemos mais fazer nada na rede. O simples ato de acessar um site já seria um crime por "cópia sem pedir autorização" na memória "viva" (RAM) temporária do computador. Deveríamos considerar todos os browsers ilegais por criarem caches de páginas sem pedir autorização, e sem mesmo avisar aos mais comum dos usuários que eles estão copiando. Citar um trecho de uma matéria de um jornal ou outra publicação on-line em um blog, também seria crime. O projeto, se aprovado, colocaria a prática do "blogging" na ilegalidade, bem como as máquinas de busca, já que elas copiam trechos de sites e blogs sem pedir autorização de ninguém!
Se formos aplicar uma lei como essa as universidades, teríamos que considerar a ciência como uma atividade criminosa já que ela progride ao "transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado", "sem pedir a autorização dos autores" (citamos, mas não pedimos autorização aos autores para citá-los). Se levarmos o projeto de lei a sério, devemos nos perguntar como poderíamos pensar, criar e difundir conhecimento sem sermos criminosos.
DESDE QUANDO CITAR UM AUTOR É CRIME? A LEI É CLARA: SE CITAR TRECHO DE UM AUTOR, DEVE COLOCAR OS DEVIDOS CRÉDITOS.
O conhecimento só se dá de forma coletiva e compartilhada. Todo conhecimento se produz coletivamente: estimulado pelos livros que lemos, pelas palestras que assistimos, pelas idéias que nos foram dadas por nossos professores e amigos... Como podemos criar algo que não tenha, de uma forma ou de outra, surgido ou sido transferido por algum "dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular"?
Defendemos a liberdade, a inteligência e a troca livre e responsável. Não defendemos o plágio, a cópia indevida ou o roubo de obras. Defendemos a necessidade de garantir a liberdade de troca, o crescimento da criatividade e a expansão do conhecimento no Brasil. Experiências com Software Livres e Creative Commons já demonstraram que isso é possível. Devemos estimular a colaboração e enriquecimento cultural, não o plágio, o roubo e a cópia improdutiva e estagnante. E a Internet é um importante instrumento nesse sentido. Mas esse projeto coloca tudo no mesmo saco. Uso criativo, com respeito ao outro, passa, na Internet, a ser considerado crime. Projetos como esses prestam um desserviço à sociedade e à cultura brasileiras, travam o desenvolvimento humano e colocam o país definitivamente para debaixo do tapete da história da sociedade da informação no século XXI.
Por estas razões nós, abaixo assinados, pesquisadores e professores universitários apelamos aos congressistas brasileiros que rejeitem o projeto Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo ao projeto de Lei da Câmara 89/2003, e Projetos de Lei do Senado n. 137/2000, e n. 76/2000, pois atenta contra a liberdade, a criatividade, a privacidade e a disseminação de conhecimento na Internet brasileira.
PESSOAL, VOCÊS LÊEM ISSO ANTES DE ASSINAR?
ACREDITO QUE A MAIORIA ASSINA SEM NEM LER O PRIMEIRO PARÁGRAFO. MOTIVADOS POR RAIVA DE FULANO OU BELTRANO.
QUANTA CONTRADIÇÃO!
Vejo que as pessoas são motivadas a assinar tudo sem ler antes. O texto não defende hora nenhuma o compartilhamento de material protegido por copyrigth. Pelo contrário: Defendemos a liberdade, a inteligência e a troca livre e responsável. Não defendemos o plágio, a cópia indevida ou o roubo de obras.
Como uma petição feita com contradições será levada à sério?
ESSA PETIÇÃO FOI FEITA PELOS TRÊS QUE ASSINAM ABAIXO?
E NENHUM É ADVOGADO?
E AINDA NÃ TEM NENHUMA LEI SENDO CITADA.
André Lemos, Prof. Associado da Faculdade de Comunicação da UFBA, Pesquisador 1 do CNPq.
Sérgio Amadeu da Silveira, Prof. do Mestrado da Faculdade Cásper Líbero, ativista do software livre.
João Carlos Rebello Caribé, Publicitário e Consultor de Negócios em Midias Sociais
Obs.: Forneci o link e o devidos créditos para depois não acusado de copiar algo indevidamente. MEDA!!!
APRENDAM QUE NO BRASIL, DEFINITIVAMENTE, A VOZ DO POVO DEIXOU DE SER A VOZ DE DEUS HÁ MUITO TEMPO!
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Lei de crimes digitais pode sair até o fim do ano (O MAIS COMENTADO NO ORKUT)
03/08/2009
O deputado federal Júlio Semeghini fala em projeto complementar para ajustar pontos alterados no documento original
Ao que tudo indica, o Projeto de Lei sobre crimes eletrônicos (PL 84/1999) poderá - definitivamente - entrar em vigor a partir do próximo ano. Depois de uma década de discussões na esfera política, o assunto, que foi aprovado pelo Senado em 2008, espera uma definição na Câmara. O deputado federal Júlio Semeghini (PSDB) acredita que o tópico pode ser sancionado até o fim deste ano.
Segundo o político, uma parte da lei encaminhada pelos senadores poderá ser aprovada pela casa e passar diretamente para aprovação do presidente da República. "Outro PL, que irá completar alguns pontos alterados, seria encaminhado em regime de urgência na Câmara e depois no Senado e ambas ir para aprovação e sanção do presidente até o final do ano", projeta Semeghini
Mas todo esse trâmite vem gerando desgastes. José Henrique Portugal, assessor técnico do senador Eduardo Azeredo, recorda que o projeto foi aprovado na casa em julho do ano passado com 23 emendas feitas pelo líder do governo da época, o senador Aloísio Mercadante.
"A Câmara colocou o assunto em regime de urgência e havia um grande consenso", comenta. Mas, segundo Portugal, o poder executivo aceitou discussões que desvirtuaram a questão e isso travou o processo. "Se o governo parar de se omitir e deixar correr o acordo feito no senado, a coisa sai", avalia o assessor, que representou Azeredo em um debate sobre crimes digitais na segunda-feira (03/08), em São Paulo.
"Não se trata de um novo projeto que substitui o atual", explica Semeghini, dizendo que o modelo atual precisa de algumas alterações. Segundo o deputado, um esforço conjunto entre Câmara e Senado poderia aprovar a medida em três ou quatro meses partindo para sanção do presidente Lula. Basta aguardar para ver. Tanto na visão de Portugal quanto de Semeghini, a crise política vivida no senado federal atrasa ainda mais o processo.
Link da notícia.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
PIRATARIA NA NET, MENOS UM!
AGORA ME FALEM SINCERAMENTE:
ESSE SITE NÃO DISTRIBUIA CONTEÚDO PIRATA E AINDA COBRAVA?
CLARO QUE SIM!
NEGUINHO LÁ, O DONOS E SEUS MODERADORES OU COLABORADORES OU BANDIDOS, ESTAVAM FAZENDO CARIDADE (COMPARTILHAMENTO)?
Link do site fora do dar ai!
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
VOCÊ SABE O QUE É SMD, SMDV-1 E SMDV-2?

Com mudanças simples do padrão visual e garantia da qualidade da obra, aliadas a este método inovador de semi-metalização, o SMD visa disponibilizar a música à todos os cidadãos comuns por um preço justo. Sabemos que essas mudanças representam uma verdadeira revolução cultural. Tanto artistas independentes, como artistas de gravadoras e de selos fonográficos poderão ter seus discos prensados neste novo formato. O SMD preserva todos os direitos autorais.
O SMD (Semi Metalic Disc) é uma mídia 100% brasileira, e vem sendo um grande aliado na luta contra a pirataria no Brasil.
As embalagens de acrílico foram substituídas por uma mais econômica e moderna - inquebrável, em papel cartão especial, com fechamento que facilita o armazenamento e garante a integridade da mídia. A ficha técnica e demais créditos podem ser impressos na própria capa, encarte, na revista ou no rótulo do SMD. A capacidade do SMD é de até 60 minutos de áudio (16/18 músicas).
Os SMDs podem ser produzidos em diversas cores e formatos, o que possibilita a utilização do produto em campanhas publicitárias ou que visem um público específico. Aliado a tecnologia, o objetivo do SMD é assegurar um preço baixo ao consumidor final, o que inibe o interesse do pirata e garante um maior volume de vendas para o artista.
COMERCIALIZAÇÃO
Hoje, nos pontos de venda, o preço médio de um CD é R$ 19,00, fato este que impõe ao lojista uma margem de lucro inferior a 5%. Um pirata, por sua vez, sem qualquer custo, alheio ao pagamento de todo e qualquer tributo, vende um CD a R$ 5,00, com margem de lucro superior a 60%. Inviabilizando quase que totalmente a venda legal do CD. A lucratividade do lojista na venda do formato SMD é de 20%, mesmo preservando todos os diretos junto à pirâmide envolvida no processo de produção, fabricação, divulgação e comercialização.
O preço do SMD é impresso na capa, possuindo um preço fixo de comercialização, de forma que possa garantir o cunho social de combate à pirataria e acesso à cultura.
TIRAGEM E DISTRIBUIÇÃO
O artista tem a opção de produzir apenas o SMD, com tiragem mínima de 1.000 SMDs, que são vendidos à R$ 5,00. Ou pode optar pela Revista SMD (revista + SMD), com tiragem mínima de 1.000 Revistas SMD, que são vendidas à R$ 6,00 (na revista o artista pode inserir sua biografia, release, letras das músicas, patrocinadores, contatos, etc).
Se o artista quiser que seu trabalho seja distribuído nas bancas, a tiragem mínima é de 20.000 exemplares. Ele pode fazer também um número menor de Revistas SMD (1.000 exemplares por exemplo), e comercializá-las em seus shows, na divulgação do seu trabalho nas rádios, tvs e imprensa escrita. A distribuição do produto pode ser feita também pelas vias usuais (lojas de música e varejo), telemarketing, e-commerce, garantindo ao artista maior exposição da sua música.
VENDA
Os SMDs podem ser vendidos via internet pelo artista, em seu site oficial. O produto pode ser enviado como carta comercial simples, veja:
01 SMD (R$ 5,00) + postagem (R$ 0,80) = R$ 5,80
01 Revista SMD (R$ 6,00) + postagem (R$ 1,45) = R$ 7,45
SMDV-1
O SMDV-1 (Semi Metalic Disc Video) possui o mesmo formato, a mesma qualidade, as mesmas características técnicas de mídia para reprodução de DVDs. Um dos testes, que chamamos de SMDV-1, sua capacidade de armazenamento pode superar 1h30m (uma hora e trinta minutos) de duração, dependendo do conteúdo gravado, sem perder a qualidade de vídeo e áudio do produto. No rótulo do SMDV-1 a arte pode ser feita de várias maneiras, em alguns discos, a ficha técnica é colocada na parte transparente do disco, em outros, o artista pode optar por utilizar todo o rótulo com as informações, ou ainda, inserir nele apenas a arte do disco.
O SMDV-1 toca em qualquer aparelho de DVD, e é comercializado a R$ 10,00 (Dez Reais). O SMDV-1 torna acessível ao público a compra de títulos originais de shows, clipes, make in off, palestras, etc.
SMDV-2
O SMDV-2 (Semi Metalic Disc Video) possui o mesmo formato, a mesma qualidade, as mesmas características técnicas de mídia para reprodução de DVDs. Neste teste, chamado SMDV-2, sua capacidade de armazenamento superou mais de 3 horas (três horas) dependendo do conteúdo gravado, sem perder a qualidade de vídeo e áudio do produto. O produto SMDV-2 é semi-metalizado dos dois lados, contendo LADO A e LADO B. A ficha técnica fica na parte transparente do produto.
O SMDV-2 torna acessível ao público a compra de títulos originais de filmes e shows. O SMDV-2 toca em qualquer aparelho de DVD, e é comercializado a R$ 15,00 (Quinze Reais).
AGORA ME FALEM: QUAL O MOTIVO PARA TANTA PIRATARIA SE O ARTISTA USAR O FORMATO?
SIMPLES: Continuação alegando que música e filme é cultura e deve ser de graça.